| O consumidor que passa com seu carro pelo pedágio sem precisar parar, pode não saber, mas está usufruindo do uso das chamadas etiquetas inteligentes com tecnologia RFID (identificação por rádiofrequência). A novidade agora é que o consumidor
também começa a ver a aplicação destas etiquetas em grandes hospitais como o Albert Einstein e o Sírio-Libanês, ambos de São Paulo.
No caso do Albert Einstein, está em teste um programa para controle do fluxo de pacientes
e profissionais de atendimento no pronto-socorro por meio de radiofrequência.
Ao chegar, o paciente recebe uma pulseira que contém a etiqueta inteligente e transmite os dados de localização para o sistema do hospital.
Com estas informações, o hospital consegue alocar os profissionais dentro do pronto-socorro da melhor forma para agilizar o atendimento.
O Hospital Sírio-Libanês, também em São Paulo, é outro que investe nesta tecnologia.
A instituição está utilizando as etiquetas inteligentes para controlar a entrada e saída de produtos utilizados em exames de endoscopia.
O sistema está ligado a uma plataforma on-line, que permite o gerenciamento do estoque e o controle de informações dos produtos,
como prazo de validade, mesmo à distância.
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